miércoles, 2 de abril de 2014

FESTAS da LAMPREA

















































Fontes:

http://gastromimix.blogspot.com.es/2009/11/lamprea.html

http://www.paxinasgalegas.es/fiestas/liv-festa-da-lamprea-arbo-0023.html

http://www.paxinasgalegas.es/fiestas/xi-fiesta-gastron%C3%B3mica-de-la-costilla-y-la-lamprea-tomi%C3%B1o-9528.html

http://www.paxinasgalegas.es/fiestas/xix-festa-da-lamprea-pontecesures-0186.html

http://www.paxinasgalegas.es/fiestas/xviii-festa-da-lamprea-seca-e-do-peixe-do-r%C3%ADo-mi%C3%B1o-arbo-0027.html

http://www.cm-pontedelima.pt/noticia.php?id=1769

http://www.infominho.com/udecontrol_datos/objetos/9705.jpg

http://www.colineta.com/2006/04/23/391/lang-pref/gl/

http://1.bp.blogspot.com/-4okrzLiVA3I/TWE9Oe6A9KI/AAAAAAAAB-Q/bfLYjPXFGrM/s1600/Post_2011-02-19_Lampreia_Foto2.jpg

http://www.tigus.es/lamprea/index.htm



http://myrestaurant.pt/eventos/xvi-festival-da-lampreia-de-penacova




http://www.cardapio.pt/gastronomia/4153-rota-gastronomica-lampreia-e-savel-2014-anima-centro-de-portugal/
http://gastrossexual.blogspot.com.es/2011/03/portugal-gastronomico-24-esposende.html




http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2927025

Investigadores de várias instituições portuguesas identificaram três novas espécies de lampreia que existem apenas em território nacional, e que agora querem ver classificadas como "criticamente em perigo".
As três novas espécies de lampreia foram identificadas nas bacias hidrográficas do Vouga, Nabão e Sado, por investigadores do Centro de Oceanografia e do Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), em colaboração com investigadores da Universidade de Évora e do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
Em comunicado, o Centro de Oceanografia refere que as três espécies agora identificadas apresentam áreas de distribuição "muito restritas e fragmentadas" e com populações "muito diminutas", devendo como tal ser classificadas como "criticamente em perigo".
A atribuição de um estatuto que garanta a sua conservação deve, realçam os investigadores, ocorrer de acordo com os critérios utilizados na elaboração da última revisão do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, que segue o novo sistema de avaliação e classificação de espécies ameaçadas da IUCN (União Mundial para a Conservação).
As três novas espécies foram batizadas de acordo com o seu local de origem: a lampreia da Costa de Prata (Lampetra alavariensis), endémica das bacias hidrográficas do Esmoriz e Vouga; a lampreia do Sado (Lampetra lusitanica); e a lampreia do Nabão (Lampetra auremensis),endémica desta sub-bacia afluente da margem direita do Rio Tejo.
Com com esta descoberta, que em breve será publicada na revista "Contributions to Zoology", passam a existir seis representantes desta espécie na Península Ibérica, ficando Portugal com uma "responsabilidade acrescida em matéria de conservação deste grupo taxonómico", acrescenta a mesma nota.







http://tarrenego.blogspot.com.es/2013/02/andam-brincar-com-lampreia.html

terça-feira, 12 de Fevereiro de 2013


Andam a brincar com a lampreia

A lampreia é, para mim, o supra-sumo da gastronomia alto-minhota. Uma gastronomia apurada, robusta, variada, generosa, com personalidade, como eu gosto e como é, no geral, toda a honesta cozinha tradicional portuguesa. Há o arroz de lampreia, há a lampreia à bordalesa. E até admito mais duas ou três bem intencionadas variantes (como a lampreia fumada, a lampreia recheada ou a lampreia assada), mas que, não desmerecendo, já não são a mesma coisa. Eu fico-me pela arrozada a fugir do prato a todo o vapor e pela bordalesa intensa e substancial - embora, como a maioria dos portugueses, já só coma lampreia de memória.
No Alto Minho, a lampreia é "um prato de excelência" e de tradição. Sim, de tradição. "Para confeccionar um produto de qualidade com paixão e arte, nada melhor que as mãos de afamadas cozinheiras que receberam os testemunhos e segredos de gerações passadas, com raízes na ancestral tradição culinária do Vale do Minho", lê-se num opúsculo acabado de editar pela Adriminho para chamar visitantes e promover o consumo do apreciado ciclóstomo, durante os meses de Fevereiro e Março, nos restaurantes dos concelhos de Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira.
Não percebi com que segunda intenção, a Adriminho resolveu amaricar a apresentação da sua lampreia, bem à moda de Lisboashire ou Cascais County, colocando na capa do dito prospecto a fotografia de um empratamento aguado e triste, obra certamente de um daqueles famosos jovens chefs da televisão que não cozinham nada mas têm muito jeito para as artes plásticas. Resultou assim uma coisa de snack-bar cantineiro, algures entre Nova Iorque e Bogotá, espécie de nouvelle cuisine pretensiosa e escusada que envergonha a velha lampreia e a tradição gastronómica alto-minhota.
Vejam bem: então isto agora é que é a lampreia do rio Minho? Que mal é que tinha a outra, a verdadeira?



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http://2.bp.blogspot.com/-Z6Rkt92B0g8/TWE8v1c3v3I/AAAAAAAAB94/B9WjIWKZYgY/s1600/Post_2011-02-19_Lampreia_Foto5.jpg









A lampreia é 
um sentimento común.

Portugal e a Galiza, 
o que a lampreia uníu
que nâo o separe nem deus!
(desculpem, que nâo o divida o Minho)

menos mal.

29-12-2015 act.08:03 (esp. do 28)


http://2.bp.blogspot.com/-MSvAeYP3KPA/TZxtTJSXSOI/AAAAAAAACTY/4Er-4xeLJq8/s1600/lampreia%2B006.jpg

http://viticulturista.blogaliza.org/2011/01/13/val-da-lenda/